A operação de Estações de Tratamento de Água (ETAs) e Efluentes (ETEs) gera um subproduto inevitável: o lodo. Em seu estado bruto, esse resíduo é composto quase totalmente por água, com umidade variando entre 95% e 99%. O manejo desse material é oneroso e pode representar até 60% dos custos operacionais totais de uma estação. Transportar e destinar o lodo líquido significa, na prática, pagar para movimentar água. Para reverter essa lógica financeira, o desaguamento mecanizado
Em novos loteamentos e condomínios, onde não há cobertura da rede pública de coleta e tratamento de esgotos e/ou quando a infra existente não comporta novas ligações, cabe ao empreendedor, como condicionante, implantar a estação de tratamento de efluentes (ETE). Acesse o artigo da Wetlands Contruídos AQUI e explore alguns desafios da implantação da ETE nestes empreendimentos.
As ETE de efluentes sanitários não domésticos apresentam peculiaridades: - efluentes concentrados com DQO elevada (especialmente fração solúvel): neste projeto das fotos 900 mg/L; - histograma de vazão irregular com picos de 3 a 5 vezes a vazão média. Isso implica em soluções de projeto para garantir a estabilidade de desempenho. E a estabilidade de desempenho é um critério que supera o "atendimento da legislação". Confira o material completo AQUI.
A Taxa de Filtração é um dos parâmetros mais importantes no dimensionamento de um filtro. Ela se obtém com a razão entre a vazão do sistema e a área transversal ao fluxo de água no filtro, como mostrado na imagem. A taxa de filtração depende de vários fatores, como a granulometria e o tipo do material filtrante, a concentração de sólidos na água, a temperatura, entre outros. Quando não se tem os valores experimentais em filtro piloto, a NBR nº 12216/1992 da ABNT recomenda li
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