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Desempenho da Prensas de Discos para desaguamento de lodo em uma planta frigorífica - Confira o vídeo!
O maior desafio de tratar efluentes em frigoríficos não é apenas o volume, mas a característica do lodo. Quem lida com o dia a dia da ETE sabe que a gordura é implacável: ela entope filtros, exige lavagens constantes e derruba a produtividade de muitos sistemas de desidratação. Recentemente, a Linsul acompanhou a operação de uma de suas Prensas de Discos em uma planta frigorífica e o resultado reforça por que a tecnologia de discos é tão eficiente para esse setor. Confira o
há 4 dias1 min de leitura


Curso Online de Projetos de Lodos Ativados, Biorreator com Membranas (MBR), e Ultrafiltração (UF) Terciária
Este curso foi desenvolvido para profissionais que atuam em estações de tratamento de efluentes industriais ou municipais e que precisam entender, avaliar, justificar e/ou elaborar projetos de sistemas biológicos com ou sem membranas. Aqui você vai aprender, de forma técnica e aplicada, como funcionam os projetos de Lodos Ativados, Biorreator com Membranas (MBR) e Ultrafiltração (UF) Terciária, entendendo os critérios de dimensionamento, os parâmetros críticos de projeto e as
19 de jan.1 min de leitura


Você sabe como reduzir os custos com a gestão do lodo da ETE? Conheça a prensa de discos e um case na indústria têxtil
O tratamento de efluentes em uma ETE gera, inevitavelmente, um subproduto: o lodo. Este material é composto majoritariamente por água, com uma pequena fração de sólidos. A gestão deste lodo é um dos maiores desafios operacionais e financeiros de uma estação, e seu volume impacta diretamente os custos de transporte e disposição final. A IMPORTÂNCIA DO DESAGUAMENTO DE LODO O objetivo do desaguamento é a remoção da maior quantidade possível de água contida na massa de lodo. Ao f
15 de jan.2 min de leitura


Professor Marcos von Sperling e os avanços da tecnologia wetlands no Brasil
O depoimento, registrado neste post (também emoldurado em nosso site), é para nós motivo de orgulho, mas também de muita responsabilidade. Parte da nossa equipe teve a oportunidade e a honra de se graduar e pós‑graduar tendo como orientador o professor Marcos von Sperling. Referência internacional no tratamento de efluentes, foi um dos responsáveis pela difusão segura da tecnologia wetlands no Brasil. Entre 2008 e 2022, conduziu pesquisas sobre a tecnologia como professor d
15 de jan.1 min de leitura


Novo eBook: "Tratamento de Esgoto Sanitário e Lodo - Conceitos Básicos e Alternativas para Reúso"
Acabamos de lançar nosso novo eBook: "Tratamento de Esgoto Sanitário e Lodo - Conceitos Básicos e Alternativas para Reúso". Este eBook é ideal para quem está iniciando na área de tratamento de esgoto sanitário. Confira o conteúdo do eBook: Características dos Esgotos Sanitários Parâmetros de Monitoramento Impactos do Esgoto Não Tratado - Problemas ao Meio Ambiente - Problemas na Saúde Pública Etapas de Tratamento do Esgoto Sanitário - Tratamento Preliminar - Tratamento Primár
31 de dez. de 20251 min de leitura


O esgoto tem ~0,1% de sólidos. O lodo de esgoto tem, em média, ~1% de sólidos. Tratar esgoto é gerenciar lodo.
O esgoto tem ~0,1% de sólidos. O lodo de esgoto tem, em média, ~1% de sólidos... Mas a gestão da fase sólida representa até 60% dos custos operacionais de uma ETE... Tratar esgoto é gerenciar lodo. No vídeo apresentamos, os subprodutos sólidos do tratamento de esgotos, respectivamente: (1) os sólidos retidos no peneiramento; (2) o lodo líquido removido de um reator UASB; (3) lodo desaguado em leito de secagem. Confira AQUI
26 de dez. de 20251 min de leitura


Gestão de lodos em ETE: não adianta pensar só no CAPEX
Gestão de lodos em ETE: não adianta pensar só no CAPEX. A conta do OPEX vai chegar... e quem já pisou em um bag desses sabe o valor... Na escolha de soluções tecnológicas para tratar esgotos e lodos, o CAPEX sempre pesa muito. E o OPEX, geralmente, ou fica em segundo plano ou é subdimensionado (tanto financeiramente quanto em termos de esforços e atividades operacionais associadas). Mas, se falamos em tratar esgotos e lodos de forma correta e para sempre, o OPEX pode pesar mu
3 de dez. de 20251 min de leitura


41 cm de lodo acumulado durante anos em uma UGL Wetlands para lodo de ETE
41 cm de lodo acumulado em uma UGL Wetlands para lodo de ETE. Isso marca muitos anos... Essa foto mostra a régua que mede a altura de lodo acumulada num dos leitos de uma UGL Wetlands para tratamento de lodos de um reator UASB em uma ETE municipal. Mostra 41 cm de um lodo seco e mineralizado, acumulado em anos de operação. Porém, muito mais do que alguns centímetros, essa foto marca os anos... Confira o conteúdo completo clicando AQUI .
21 de nov. de 20251 min de leitura


UGL Wetlands: Retrofit de ETE da Sabesp para otimizar o tratamento de lodos
[CASE Sabesp] UGL Wetlands para tratamento de lodos em ETE existente Retrofit de ETE com vazão de 5 L/s. A empresa Wetlands desenvolveu um projeto junto com a SABESP para implantação de uma UGL Wetlands para tratamento de lodos de uma ETE existente (lodos ativados), que atende a uma população de 3.000 habitantes (vazão de 5 L/s). Nesse arranjo, a UGL Wetlands recebe os lodos do digestor de lodos existente, mas poderia receber os lodos diretamente do tanque de aeração. Saiba m
19 de nov. de 20251 min de leitura


Etapas de Tratamento de Lodo de ETE
A gestão do lodo gerado nos processos de tratamento de efluentes sanitários, ou sanitários industriais, representa um custo significativo para as empresas. O lodo é uma mistura concentrada de água e sólidos. O seu teor de água, antes das etapas de tratamento, é em torno de 99%, enquanto que o seu teor de sólidos, constituídos por microrganismos, matéria orgânica e substâncias inorgânicas, é cerca de 1%. O tratamento do lodo é fundamental para reduzir volume, estabilizar a ma
13 de nov. de 20251 min de leitura


UGL Wetlands para lodos de ETE existente: destinação de lodo só a cada 10 anos!
UGL Wetlands para lodos de ETE existente: destinação de lodo só a cada 10 anos! E redução de até 80% dos custos operacionais com destinação de lodo! O processo de desaguamento, estabilização e mineralização dos lodos na UGL Wetlands é mediado por processos físicos à semelhança dos leitos de secagem tradicionais (evaporação/escoamento), mas potencializados pela ação das plantas, que: - promovem a evapotranspiração, ajudando na secagem do lodo; - favorecem a condutividade hidrá
12 de nov. de 20251 min de leitura


Diferença entre Cal Virgem e Cal Hidratada
A cal virgem (óxido de cálcio - CaO) e a cal hidratada (hidróxido de cálcio - Ca(OH)₂) são produtos alcalinizantes e têm aplicações importantes nos processos de tratamento de água, efluentes e lodos. A cal virgem é obtida a partir da calcinação do carbonato de cálcio (CaCO3), presente no calcário. Já a cal hidratada é obtida a partir da reação de hidratação da cal virgem, a qual é exotérmica, ou seja, libera calor, conforme equação mostrada no post. Confira este conteúdo comp
12 de nov. de 20251 min de leitura


Desidratação de lodo com tecnologia e eficiência Linsul
A prensa de discos Linsul é projetada para a desidratação contínua de lodo, garantindo alta redução de sólidos, baixo consumo de energia e polímero e operação totalmente automatizada. Nesta aplicação, em uma indústria têxtil de Santa Catarina, o sistema demonstra toda a sua eficiência, entregando clarificado de alta qualidade e lodo final com excelente consistência e baixa umidade. Principais vantagens: Eficiência contínua, baixa manutenção, alta durabilidade e funcionamento
12 de nov. de 20251 min de leitura


Desafios no Processo de Lodos Ativados
O processo de tratamento de efluentes por lodos ativados representa uma das tecnologias biológicas mais consolidadas e amplamente utilizadas em escala global, graças à sua notável eficiência na remoção de matéria orgânica e nutrientes. No entanto, seu desempenho superior é diretamente dependente de um controle operacional rigoroso, uma vez que o delicado equilíbrio microbiológico do sistema é suscetível a distúrbios. A menor alteração em parâmetros como pH, oxigênio dissolvid
16 de out. de 20251 min de leitura


UGL Wetlands Descanso (CASAN) | Tratamento de lodos de caminhão limpa fossa
Assista esse vídeo! E conheça o funcionamento e rotinas de operação dessa UGL Wetlands para tratamento de lodos de caminhão limpa fossa. A Unidade de Gerenciamento de Lodos (UGL), projetada pela empresa Wetlands no município de Descanso, oeste de Santa Catarina, é um exemplo de descentralização para localidades onde a implantação de redes coletoras de esgoto não é viável. A tecnologia Wetlands (UGL Wetlands) contribuir para viablizar o modelo de “esgotamento sobre rodas” (sis
14 de out. de 20251 min de leitura


Fatores que influenciam na Transferência de Oxigênio em Sistemas Aerados
A transferência de oxigênio (O2) para a fase líquida é um processo fundamental em sistemas biológicos aerados de tratamento de efluentes,...
10 de out. de 20251 min de leitura


Desaguamento de Lodo com Geoformas: Uma Solução Versátil e Eficiente para ETAs e ETEs
A gestão do lodo gerado em Estações de Tratamento de Água (ETAs) e Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário ou Efluentes Industriais...
29 de set. de 20252 min de leitura


Desidratação de Lodos com a Prensa Desaguadora de Discos
A desidratação de lodo é uma das etapas mais desafiadoras no tratamento de efluentes. Exige equipamentos robustos, que mantenham...
18 de set. de 20251 min de leitura


Wetlands Construídos e CASAN: UGL Wetlands para tratamento de lodos de caminhão limpa-fossa
Baixo OPEX, simplicidade operacional e circularidade. No vídeo, apresentamos o funcionamento da Unidade de Gerenciamento de Lodos de...
14 de ago. de 20251 min de leitura


Requisitos Essenciais para a Remoção de Nitrogênio Amoniacal no Processo de Lodos Ativados
Nos esgotos sanitários, o nitrogênio está presente principalmente sob duas formas: nitrogênio amoniacal e nitrogênio orgânico, que juntos...
1 de ago. de 20251 min de leitura
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