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Gestão de lodos em ETE: não adianta pensar só no CAPEX

  • Foto do escritor: Moisés Antônio Benvegnú
    Moisés Antônio Benvegnú
  • 3 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Gestão de lodos em ETE: não adianta pensar só no CAPEX.

A conta do OPEX vai chegar... e quem já pisou em um bag desses sabe o valor...


Na escolha de soluções tecnológicas para tratar esgotos e lodos, o CAPEX sempre pesa muito.


E o OPEX, geralmente, ou fica em segundo plano ou é subdimensionado (tanto financeiramente quanto em termos de esforços e atividades operacionais associadas).


Mas, se falamos em tratar esgotos e lodos de forma correta e para sempre, o OPEX pode pesar muito.


Por isso, ao falarmos em comparativo de custos entre tecnologias, o conceito de Valor Presente Líquido (VPL) é o mais indicado, pois permite verificar a alternativa de menor custo total (CAPEX + OPEX), considerando a vida útil do projeto (em geral, de 15 ou 20 anos).


Obviamente, para que a ferramenta econômica funcione, é preciso conhecer bem os processos e custos associados.


E esse ainda é um dos desafios na quantificação do OPEX.


No vídeo em questão, vemos uma bolsa de geotêxtil (ou bag de desaguamento) para gestão de lodos de uma ETE.


O lodo no interior ainda está bem úmido (liquefeito), mas as paredes colmatadas do geotêxtil não estão desaguando.


Os motivos que podem levar a esse efeito são vários, desde a especificação inadequada do bag até problemas operacionais relacionados à dosagem de polímeros e às características do lodo.


Mas nosso foco aqui não é questionar o bag, que é uma solução consolidada, confiável e adequada para diversos contextos.


Nosso foco aqui é a seleção tecnológica.


Confira este conteúdo completo AQUI.


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