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A importância dos antiespumantes em ETEs

  • Foto do escritor: Equipe Água e Efluentes
    Equipe Água e Efluentes
  • 3 de out. de 2023
  • 2 min de leitura

Atualizado: 31 de mai.

Os antiespumantes são produtos químicos empregados para controlar ou reduzir a geração de espuma em processos industriais, nas etapas de tratamento de água e efluentes e, em alguns casos, em pontos de descarga que podem ocasionar formação de espuma em corpos hídricos.


A presença de espuma é recorrente em diversas operações, podendo comprometer a eficiência dos sistemas e gerar impactos operacionais adicionais. Em ambientes naturais, o descarte de efluentes contendo surfactantes (tensoativos) pode favorecer a formação de espuma pela agitação da água, alterando as condições para os organismos aquáticos.


Situações típicas de uso incluem:


- Reatores recém‑comissionados, quando microrganismos ainda estão se ajustando ao efluente a ser tratado;

- Excesso de surfactantes no efluente, gerando espumas persistentes;

- Atividade de bactérias filamentosas, comum em lodos ativados;

- Misturas com aeração intensa, como reatores biológicos, tanques de equalização e flotadores.


A atuação dos antiespumantes ocorre pela redução ou ruptura da tensão superficial, dificultando a formação das bolhas que originam a espuma. Eles também podem desestabilizar bolhas já existentes, acelerando sua ruptura e diminuindo o volume de espuma observado.


Há diferentes classes de antiespumantes disponíveis, e a seleção depende das características da espuma, da operação envolvida e dos constituintes presentes na água. Entre os tipos mais utilizados estão:


- Antiespumantes à base de óleo: contêm frações oleosas que se distribuem na superfície, reduzindo a tensão superficial e facilitando o colapso das bolhas;


- Antiespumantes à base de silicone: compostos por polímeros de silicone, atuam diminuindo a tensão superficial e promovendo a coalescência das bolhas;


- Antiespumantes à base de água ou álcoois graxos: apresentam boa solubilidade em água e incluem álcoois graxos em sua formulação, prevenindo novas formações de espuma e oferecendo maior biodegradabilidade.


A dosagem adequada varia conforme a intensidade da espuma e o desempenho do produto aplicado. Excesso de antiespumante pode trazer efeitos indesejados, tornando essencial o controle da quantidade adicionada.


A aplicação pode ser feita diretamente no processo, normalmente por bombas dosadoras ou sistemas automáticos de injeção.


Na seleção do antiespumante, é fundamental verificar sua compatibilidade com os demais insumos químicos utilizados e optar por formulações que atendam a requisitos ambientais e de segurança.


A GR Water Solutions conta com antiespumantes à base de água, óleo e silicone, desenvolvidos para diferentes tipos de processos e características de efluentes, permitindo a escolha da solução mais adequada para cada aplicação.


Entre em contato com a GR e descubra qual antiespumante é mais indicado para o seu processo: grwatersolutions.com.br



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