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Crédito de carbono para custear OPEX de ETEs em municípios deficitários: como as ETE Wetlands favorecem este cenário?

  • Foto do escritor: Moisés Antônio Benvegnú
    Moisés Antônio Benvegnú
  • há 40 minutos
  • 1 min de leitura
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O novo marco para o saneamento básico estipula que 90% da população brasileira deve ter acesso a serviços de saneamento até 2033. 


Dado o contexto de transição ecológica, os investimentos no setor de saneamento no Brasil devem priorizar a instalação de tecnologias de baixo carbono, com o objetivo de alcançar uma prestação de serviços universal e sustentável. 


No entanto, as dificuldades vão além da instalação de uma ETE, pois a sustentabilidade financeira, para garantia da operação e manutenção das estações também é fator crucial.


Nesse contexto, os Wetlands se apresentam como uma solução interessante, com custos operacionais baixos, que podem ainda ser compensados financeiramente por seu potencial de geração de créditos de carbono, favorecendo a sustentação das operações. 


No artigo apresentado no 17th IWA Conference on Small Water and Wastewater Systems (SWWS) and 9th IWA Conference on Resource Oriented Sanitation (ROS), realizado em Curitiba, entre 10 e 14 de novembro de 2024, a empresa Wetlands, juntamente com o DESA/UFMG, representado pelo professor Thiago de Alencar Neves, apresentou justamente esse cenário, utilizando os benefícios técnicos e ambientais da tecnologia wetlands para favorecer o saneamento em municípios com menos de 5.000 habitantes. 


Saiba mais AQUI.

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